Formação 4-4-1-1: O Segundo Atacante, a Itália de 2006 e o Arsenal Invicto
Duas linhas de quatro, um centroavante e um homem entre as linhas. É a 4-4-2 com um atacante dando um passo para trás, e esse passo muda quem precisa marcá-lo.
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Duas linhas de quatro, um centroavante e um homem entre as linhas. É a 4-4-2 com um atacante dando um passo para trás, e esse passo muda quem precisa marcá-lo.

Quatro atrás, cinco no meio e um atacante sozinho. Quase ninguém começa o jogo nesse esquema; é nele que muitos times se transformam quando perdem a bola.

Cinco atrás, dois no meio e três na frente. No papel parece contradição; em campo é a fase de pressão de muitos times com linha de três.

Cinco atrás, quatro no meio e um atacante. O esquema de quem sabe que é mais fraco e decide deixar o jogo feio para todo mundo, e às vezes ganha uma Eurocopa.

Quatro jogadores de linha e um goleiro bastam para montar cinco esquemas diferentes. Quando usar o 3-1, quando o losango e por que o pivô vale mais do que o artilheiro.

Trinta termos táticos que aparecem na transmissão e na coletiva, cada um explicado em uma frase e ligado ao time que o deixou famoso. Feito para ler com um campinho desenhado do lado.

No Brasil o lateral-esquerdo veste a 6 e o volante a 5, e em quase nenhum outro país é assim. O que faz cada uma das 11 posições e de onde vem a numeração que todo brasileiro sabe de cor.

Onze é a resposta certa só para uma modalidade. No society são sete, no futsal cinco, e cada uma tem o seu mínimo para a bola rolar e a sua regra de substituição.

Três zagueiros, dois volantes, dois alas, dois meias e um centroavante. A linha de três que ataca pelos meios-espaços e ganhou uma Champions em quatro meses.

Três zagueiros, quatro no meio e três atacantes. A linha de três mais corajosa: com a bola vira um 3-2-5, sem ela deixa os zagueiros sozinhos contra o ataque rival.

Um volante na frente da zaga, quatro meias na mesma linha e um centroavante. O esquema que tirou o Brasil do sexto lugar e que depende de um único jogador para não quebrar.

Dois volantes, dois meias por dentro e dois atacantes. O esquema mais brasileiro que existe junta talento no centro e entrega a largura toda aos laterais.

Quatro atrás, três no meio, um camisa 10 e dois atacantes. O losango junta gente no centro, dá casa ao meia clássico e entrega as pontas inteiras aos laterais.

Cinco atrás, três no meio e dois na frente. O esquema que todo mundo chama de retranca e que eliminou a Espanha campeã da Europa jogando de igual para igual.

Três zagueiros, dois alas que correm a linha inteira e dois atacantes. O esquema que deu o penta ao Brasil e voltou a dominar a Europa, com o mesmo velho ponto cego.

Duas linhas de quatro e dois atacantes. O esquema mais simples do futebol continua ganhando título, e continua perdendo o meio-campo pelo mesmo motivo de sempre.

O esquema mais usado do futebol brasileiro nos últimos quinze anos. O que os dois volantes fazem, por que o camisa 10 voltou a existir e onde a 4-2-3-1 é vulnerável.

Quatro defensores, três meias, três atacantes. Por que a 4-3-3 domina o futebol de posse há cinquenta anos, o que cada jogador faz nela e onde ela quebra.

O ponto de partida para todas as formações: 14 esquemas agrupados por linha defensiva, uma tabela para comparar de relance e o critério para escolher o seu.

Seis na linha, um no gol e uma quadra de 45 metros. Qual esquema usar no society, o que cada posição faz e por que o 2-3-1 é o padrão para quase todo time amador.